terça-feira, 14 de janeiro de 2020


A MÚSICA COMO FERRAMENTA PARA ANSIEDADE
                                                                                                                   Josiany Dórea

Pesquisas revelam que ouvir música contribui para reduzir o estresse, a ansiedade e várias outras patologias mentais.
Eu particularmente, gosto muito de ouvir música. Sinto que há uma mudança em meu comportamento quando aprecio uma música. Ela consegue transformar meu comportamento durante o dia.
E você, como a música de influencia no seu cotidiano?
Vamos ler aqui um artigo que fala um pouco sobre a prática de ouvir música para redução da ansiedade.  

OUVIR MÚSICA PODE AJUDAR A CONTROLAR PICOS DE ANSIEDADE NO DIA A DIA?

Em níveis exagerados, a ansiedade é considerada patológica e pode prejudicar a saúde de qualquer pessoa. Os diferentes quadros de ansiedade devem ser acompanhados por um especialista, que indicará as melhores formas de tratamento, o que pode incluir o simples hábito de ouvir música, uma prática que pode ajudar a controlar picos de ansiedade no dia a dia.

Ouvir música reduz estresse e tensão muscular
“Os estudos mostram que a musicoterapia pode contribuir, em várias condições, para promover a saúde mental e aliviar algumas patologias mentais, como em transtornos de ansiedade, em crianças e adolescentes com dificuldade de desenvolvimento e aprendizagem, problemas de abuso de substâncias e mal de Alzheimer”, afirma a psiquiatra Ana Paula Bechara Marquezini Gazolla.

Para os casos de transtornos de ansiedade, a música pode ajudar a reduzir o estresse e a promover uma sensação de bem-estar, graças à liberação da endorfina, um neurotransmissor capaz de melhorar o humor e de auxiliar no controle da dor. As técnicas utilizadas pela musicoterapia também colaboram para relaxar o corpo, prevenindo a tensão muscular, um dos sintomas causados pela ansiedade.
No tratamento da ansiedade, música deve ser associada ao uso de medicações
A música também pode se tornar um aliado na luta contra a insônia, outro sintoma dos transtornos de ansiedade. “O som pode contribuir para o relaxamento e induzir emoções positivas, facilitando a chegada do sono, mas depende do estilo da música. A recomendação é ouvir música calma e suave, que ajuda a relaxar e embalar o sono”, diz o neurologista e especialista em Medicina do Sono Shigueo Yonekura.

No entanto, ouvir música não deve ser a única medida para tratar a ansiedade. “Nos casos de ansiedade moderada e grave, o tratamento medicamentoso deve estar sempre associado. A musicoterapia seria um adjuvante, fazendo parte da terapia não medicamentosa”, explica Ana Paula. O uso de remédios, a psicoterapia e técnicas de meditação devem ser considerados pelo médico e pelo paciente.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

VERÃO: SOL, BANHO DE PRAIA, PISCINA...
E NOSSOS CABELOS?
JOSIANY DÓREA

Na estação verão precisamos de boas dicas e informações sobre como cuidar da pele e cabelo. Vamos aproveitar a explicação da dermatologista, Dr. Luciana.
É sempre bom ler e acompanhar as explicações dos especialistas. Sempre aprendemos algo de novo ou relembramos o que já sabemos que, na maioria das vezes, não colocamos em prática.
Vejamos....

ÁGUA DA PRAIA E CLORO DA PISCINA: DESCUBRA POR QUE ESSES AGENTES EXTERNOS DANIFICAM O CABELO

A exposição excessiva ao sol pode trazer danos não apenas para a pele, mas também para o seu cabelo. Por isso, é fundamental ter cuidados específicos com as madeixas nessa temporada!
A exposição excessiva ao sol pode trazer danos não apenas para a pele, mas também para o seu cabelo. Por isso, é fundamental ter cuidados específicos com as madeixas nessa temporada!
Quando o verão chega, é comum desejar aquela praia ou piscina para suportar o calor, não é? No entanto, sabe-se que a exposição excessiva ao sol pode trazer danos não apenas para a pele, mas também para o seu cabelo. Por isso, é fundamental ter cuidados específicos com as madeixas nessa temporada!




Saiba quais são os efeitos do verão para os fios

De acordo com a dermatologista Luciana Kalache, de Curitiba, o sol resseca a fibra capilar e desbota a cor do cabelo. Já o vento coopera para que fique embaraçado, facilitando a quebra. Com isso, o sal da água do mar e o cloro da piscina intensificam ainda mais os efeitos danosos desta estação.

Sal e cloro danificam o cabelo: descubra por quê

Você sabia que a água é responsável pela elasticidade e maleabilidade dos cabelos, hidratando-os da raiz até as pontas? Assim, no verão, com o excesso de exposição ao sol, ao sal da água do mar e ao cloro da piscina, há uma perda dessa água, além da quebra das proteínas que selam a parte interna das madeixas. “Quando as cutículas estão danificadas, elas ficam abertas, conferindo um aspecto poroso, quebradiço e até pontas duplas. Isso tudo devido aos agentes externos, que colaboram para a perda de umidade, brilho e que diminuem a resistência da fibra”, disse.



Quer prevenir seus fios dos danos do verão? Saiba como


Segundo a médica, algumas das melhores formas de proteger o cabelo nesta estação é adotando alguns hábitos simples, mas que fazem toda diferença:
- Invista em barreiras físicas de proteção, como chapéus e bonés;
- Ao sair do mar ou da piscina, não esqueça de enxaguar as madeixas com água doce;
- Que tal apostar na água termal para hidratar suavemente e de forma prática a pele e os fios?
Recupere os fios: veja qual é a importância da hidratação nessa temporada
Para a Dra. Luciana, hidratar o cabelo profundamente é essencial para reequilibrá-lo depois dos danos do verão. Por isso, invista em produtos que protejam sua queratina e que contenham substâncias poderosas, como manteiga de karité e ceramidas.


DRA. LUCIANA KALACHE
CRM: PR025411
Médica formada pela Universidade Federal do Paraná, realizou residência de Clínica Médica no Hospital de Clínicas da UFPR e especialização em Dermatologia pelo Serviço de Dermatologia da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, participa de vários congressos anualmente, além de ministrar aulas em eventos de importância nacional e estadual. Atua na área de dermatologia clínica e cirúrgica, atendendo crianças e adultos no tratamento dermatológico médico e estético.
  



domingo, 15 de janeiro de 2017

É possível voltar a ter varizes mesmo após tratamento cirúrgico e medicamentos?


O tratamento das varizes, as veias dilatadas e tortuosas que aparecem com mais frequência nas pernas, pode ser feito com a ajuda de medicamentos e até cirurgia. No entanto, o que queremos saber é: após tais procedimentos, ficamos livres da doença ou podemos ainda voltar a sofrer com o problema?

Fase clínica e cirurgias

O primeiro estágio do tratamento é o clínico, que consiste no consumo de medicamentos receitados por um médico especialista, no caso, um angiologista ou um cirurgião vascular. Os remédios, que não curam a doença, são usados na fase inicial ou o mais precocemente possível e têm como objetivo o alívio das dores nas pernas, como queimação, inchaço e câimbra. Além disso, eles raramente apresentam efeitos colaterais e são bem tolerados. O uso de meias elásticas é uma modalidade que ajuda os músculos das pernas a levar o sangue de volta ao coração, melhorando assim a circulação e prevenindo os sintomas das varizes.

Outra opção de tratamento, que pode ser tanto estético quanto funcional, é a escleroterapia, popularmente chamada como “aplicação de vasinhos”. Um líquido, espuma, laser ou termocoagulador é utilizado como esclerosante, que é injetado na veia e causa uma alteração nas células do vaso, fechando-o. Na maioria dos casos de varizes, mais de um procedimento é colocado em prática.

As cirurgias são necessárias quando as varizes já se encontram em um estágio mais avançado. Elas podem ser convencionais, a laser ou radiofrequências. A convencional e a laser são feitas sob anestesia raquidiana. Na primeira, as varizes são removidas com microagulhas, na segunda, as veias doentes são “queimadas”. Já a radiofrequência é um método alternativo para tratamento da safena e evita incisões. Um cateter é inserido dentro da veia, onde é aquecido para dar encolhimento às fibras e reduzir o diâmetro da mesma.

As varizes podem voltar?

Caso um paciente passe pelo tratamento medicamentoso e por cirurgias, isso quer dizer que ele deixará de ter varizes pelo restante da vida? O angiologista João Henrique Fabel tem a resposta: “Haverá uma melhora significante dos sintomas. Em relação ao procedimento cirúrgico, este consiste em retirar as veias doentes e então, estas não voltarão, porém, se o paciente não fizer a prevenção com a realização de atividades físicas, ou o não uso de meia elástica, diminuir ou excluir o uso de anticoncepcional, dentre outras coisas, novas varizes podem aparecer”, alerta o profissional.

Dr. João Henrique Fabel é angiologista, graduado em Medicina pela Unoeste (SP), membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e atua em Belo Horizonte. CRM: 39374- MG http://fabelangiologia.com.br/













Varizes: quais são os cuidados para tratar a doença no verão?



O funcionamento inadequado da circulação sanguínea pode provocar o acúmulo de sangue nas veias do corpo e deformá-las. São as chamadas varizes, veias dilatadas e tortas que podem surgir em qualquer área, mas são vistas principalmente nas pernas. A causa mais comum para o problema é a herança genética.

O calor pode piorar os sintomas das varizes

Durante o verão, as varizes exigem alguns cuidados específicos por causa do calor e da alta umidade. “As altas temperaturas costumam piorar os sintomas das varizes. Além do inchaço e vermelhidão nas pernas, a desidratação aumenta a chance de trombose, principalmente nos idosos”, explica o angiologista Bernardo Barros.

O médico recomenda uma alimentação leve, uma boa hidratação e evitar sair de casa nos períodos de mais calor como medidas para prevenir os sintomas. “Lembrar sempre do protetor solar quando se expor ao sol e consultar um médico quanto à necessidade de tratamento complementar”, aconselha o profissional, que afirma que medicações flebotônicas são muito úteis durante o verão para se proteger e aliviar os sintomas.


Comece o tratamento contra varizes no outono

O tratamento contra as varizes pode ser realizado tanto no verão quanto no inverno, especialmente nos países de clima tropical, como o Brasil. No entanto, o tratamento no verão requer certas precauções: “Existe a necessidade de se proteger contra o sol depois das sessões de escleroterapia, seja com laser, espuma ou líquido”, diz Dr. Bernardo. A escleroterapia é uma técnica cujo objetivo é eliminar os vasinhos.

Barros recomenda iniciar o tratamento contra as varizes ainda no outono. Dessa forma, o resultado já estará satisfatório quando as temperaturas e os níveis de umidade começarem a aumentar, dando a possibilidade aos pacientes de usufruir da saúde vascular e estética sem problemas ou grandes restrições.


Dr. Bernardo Cunha Senra Barros é angiologista e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ). CRM-RJ: 78472-9


AS VARIZES

Informação importante para cuidarmos mais da nossa saúde. Muitas dúvidas aparecem com relação as causas, consequências e tratamentos das varizes....  
Josiany Dórea
                                                                                                                       
Caminhar na areia é um exercício saudável para tratar as varizes?

As varizes são veias dilatadas, tortas e deformadas e que surgem principalmente nas pernas. A prática regular de exercícios físicos é uma das principais formas de tratar o problema. Segundo o angiologista Ricardo Nobili, ter uma vida ativa ajuda a enrijecer os músculos e, assim, melhorar a circulação, além de diminuir as sensações de dor, peso e cansaço provocadas pela doença.


Caminhadas na areia não curam varizes

Durante o verão, muita gente pratica caminhadas na areia como forma de se exercitar. É uma boa ideia que traz benefícios tanto para a mente quanto para o corpo. 


No entanto, não deve ser a única medida adotada por quem sofre com varizes. Os pacientes devem procurar tratamento médico, já que caminhar na areia não é capaz de curar a doença.


“Caminhar, principalmente na areia, melhora muito a circulação e, de certa forma, previne o aparecimento de varizes, mas as que já existem não vão desaparecer”, explica o profissional. De acordo com o especialista, a panturrilha e a curvatura do pé espremem o sangue para cima, forçando-o a circular.

Exercícios ajudam a melhorar a circulação do sangue

 Existem ainda outros exercícios físicos que beneficiam a circulação sanguínea: “Quase todos os exercícios ajudam, mas principalmente os aquáticos. A natação, por exemplo, é excelente porque é feita deitada e trabalha a musculatura. ” Nobili recomenda, por outro lado, evitar esportes de impacto, como vôlei, basquete e corridas, que devem ser praticados com calçados apropriados para evitar impactos no sistema circulatório.


Além da prática de atividades físicas, o tratamento das varizes envolve ainda outras medidas. Não fumar, se manter no peso ideal, ter uma alimentação com poucas gorduras e evitar permanecer longos períodos parado em pé ou sentado são atitudes primordiais. Para as mulheres, o angiologista recomenda não utilizar pílulas anticoncepcionais, se for possível. E para quem trabalha numa mesma posição, o médico aconselha usar meias elásticas compressivas.

http://cuidadospelavida.com.br
Dr. Ricardo Luiz Guimarães Nobili é angiologista, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e atende em Duque de Caxias (RJ). CRM-RJ: 31788-7

sexta-feira, 29 de abril de 2016


HIPERTENSÃO ARTERIAL
JOSIANY DÓREA

Sabemos que em vinte e seis de abril foi o dia NACIONAL AO COMBATE A PREVENÇÃO À HIPERTENSÃO ARTERIAL
Podemos pensar que é uma doença para ser lembrada sempre por nós, brasileiros.

Ainda estamos na semana ao Combate a prevenção da Hipertensão Arterial, vamos aproveitar, para conhecer melhor ...


É quando a pressão que o sangue exerce sobre as artérias do seu organismo está alta. Muita gente tem pressão alta durante anos e não percebe porque a doença não causa sintomas, ou seja, você pode ter hipertensão e não sentir nada. Porém, se ficar sem tratamento, a doença pode trazer consequências muito ruins ao seu organismo.



QUAL O PROBLEMA DE TER A PRESSÃO ALTA?
A pressão alta ataca os vasos que se tornam endurecidos e estreitados. Com o passar dos anos, os vasos podem entupir ou romper. Quando isto acontece no coração, pode causar infarto; no cérebro, pode causar o derrame ou a demência precoce. Além disso, a pressão alta pode levar à paralisação dos rins. No mundo, 7 milhões de pessoas morrem a cada ano e 1,5 bilhão adoecem por causa da pressão alta.
COMO EU SEI SE TENHO HIPERTENSÃO?
Você precisa conhecer sua pressão! A única forma de saber se sua pressão está normal ou alta é medi-la. Assim, sempre que for ao médico, ao posto de saúde ou participar de campanhas de saúde, meça sua pressão arterial. Você também pode medir sua pressão arterial em casa, mas procure orientação de como fazer isso de forma correta e use aparelhos com certificação.
QUANDO OS VALORES DE PRESSÃO ESTÃO NORMAIS OU ALTOS?
Nas crianças, existem valores específicos de acordo com o sexo, a idade e a altura da criança. O pediatra pode fazer uma avaliação precisa. No adulto, a medida da pressão precisa ser feita em condições adequadas e confirmada para se fazer o diagnóstico. Assim, se você medir e encontrar um valor de pressão alterado, procure o médico ou o posto de saúde para um diagnóstico correto.


Olhos, cérebro e rins: como a hipertensão afeta os órgãos do corpo?

A hipertensão é uma das doenças mais democráticas já descobertas pela ciência: atinge homens e mulheres, de todas as faixas etárias e de todos os pesos. O que vem chamando a atenção da comunidade médica no país, é o aumento considerável de pacientes diagnosticados com a doença, o que a tornou um grave problema de saúde no Brasil. É preciso ficar atento: se não for acompanhada de perto, pode trazer complicações a órgãos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

O coração é um dos órgãos mais atingidos pela hipertensão. É ele quem comanda o fluxo sanguíneo pelo corpo e o bombeia para outros órgãos. Em pessoas com hipertensão, o coração trabalha em dobro, porque precisa se esforçar para que o sangue circule normalmente pelo organismo. Com o tempo, o músculo cardíaco aumenta de tamanho, mas acaba perdendo sua força. Para manter a circulação do sangue pelo corpo, o coração precisará bater mais rápido. Esta condição é chamada de arritmia cardíaca, quando o ritmo das batidas está acima ou abaixo do normal.

Do AVC à demência

O cérebro é um dos principais órgãos do corpo humano e também necessita de um fluxo sanguíneo contínuo para exercer o comando sobre o resto do organismo. Quando há um problema na circulação do sangue, as consequências podem ser severas, como afirma o cardiologista Benjamin Farbiarz Segal. “Com uma menor fluidez na circulação cerebral e, principalmente, com as oscilações bruscas da pressão arterial, podemos ter os temidos acidentes vasculares cerebrais”, alerta o médico.
A falta de sangue no cérebro pode levar a uma condição séria e bastante complexa. Com a falta de oxigenação, este órgão perde progressivamente a capacidade de exercer suas funções, o que pode levar a um estado de demência. O paciente passa a apresentar problemas de cognição, de memória e de concentração.

As alterações nos rins

Os desdobramentos de uma hipertensão não controlada também são sentidos nos rins, já que a doença é uma das principais causas da insuficiência renal. A pressão alta faz com que os vasos sanguíneos que chegam aos rins se tornem mais rígidos e grossos. Como consequência, a quantidade de sangue que chega a estes órgãos é menor e eles se tornam incapazes de eliminar impurezas e substâncias que que, em excesso, fazem mal ao corpo, como o sal.

Hipertensão e cegueira

Não se assuste ao ouvir de um médico que a alta pressão arterial causou a cegueira de um paciente. “Para a Medicina, os olhos trazem grandes informações sobre o precoce estado de alteração causada pela hipertensão arterial”, afirma Segal.
As alterações no olho decorrentes da hipertensão ocorrem na retina e, por isso, são chamadas de retinopatia hipertensiva. São originadas por um estreitamento dos vasos sanguíneos ou pelo enrijecimento das paredes arteriais, levando a um quadro de hemorragia nos olhos e descolamento da retina, que podem causar cegueira.

CAMPANHA 2016 
Benjamin Farbiarz Segal é cardiologista,
 formado pelo Hospital Israelita Albert Einstein
 e atua no Rio de Janeiro. CRM-RJ: 52.80252-2












Magic Paula é a embaixadora da Campanha Menos Pressão 2016

Este ano, a Campanha Menos Pressão, promovida pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), contou com o apoio de Magic Paula, considerada uma das maiores jogadoras de basquete da história. A atleta estampa todos os materiais da campanha, mostrando o Prazer na superação, na prática de exercícios físicos. O principal objetivo da campanha é conscientizar a população sobre a importância de conhecer e medir a sua pressão arterial e de adotar hábitos de vida mais saudáveis. Antes de Magic Paula, a campanha já teve o apoio de nomes como Sabrina Sato, Fábio Porchat, Marcio Atalla e dos lutadores Anderson Silva e Lyoto Machida. De acordo com Dr. Mario Fritsch Toros Neves, presidente da SBH, a escolha de Paula como embaixadora do evento tem o intuito de estimular o esporte como uma fonte de vida saudável e prazer.
10  ANDAMENTOS CONTRA A PRESSÃO ALTA
     1.Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
2.Pratique atividades físicas todos os dias.
3.Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
    4.Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
     5.Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.
     6.Abandone o cigarro.
     7.Nunca pare o tratamento, é para a vida toda.
     8.Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
     9.Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
10.  Ame e seja amado.

FONTES:  





segunda-feira, 4 de abril de 2016