sábado, 1 de fevereiro de 2020
Insight Filosófico: BRECHÓSJosiany dóreaUm assunto que abordaremos mu...
Insight Filosófico: BRECHÓSJosiany dórea
Um assunto que abordaremos mu...: BRECHÓS Josiany dórea Um assunto que abordaremos muito e que está em alta: Brechós. Em breve o insight filosófico estará focado nest...
domingo, 26 de janeiro de 2020
BRECHÓS
Josiany dórea
Um assunto que abordaremos muito e que está em alta: Brechós.
Em breve o insight filosófico estará focado neste tema.
Em princípio, temos um blog que mostra de forma bem
reduzida o desenvolvimento dos brechós e como vem expandindo.
Vamos pensar um pouco como o consumo consciente pode
fazer parte de nossa vida e como podemos contribuir para reduzir os abusos de
consumo em roupas, sapatos, acessórios e outros objetos de forma mais consciente,
reaproveitando e recriando hábitos e comportamentos mais sustentáveis.
Vamos ler o texto e abrir à mente para o novo, o
diferente, para novas possibilidades de Consumo.
BRECHÓS: A MODA QUE ESTÁ PEGANDO
Por: Eu sem fronteiras
![]() |
| Brecbolita |
Faz
um tempo que os brechós deixaram de ser vistos como espaços de roupas usadas e
fora de moda. Hoje, mais do que nunca, eles estão em alta. Essa mudança pode
ser consequência de alguns fatores, como a conscientização de um consumo menos
exagerado, o aumento de feiras de troca solidária ou até mesmo uma forma de
mudar o estilo sem gastar muito e garimpando peças autênticas.
Realmente,
o brechó está com tudo e não é à toa. Além de ser considerada uma opção
sustentável, pois há o reaproveitamento das peças, ele também se torna uma boa
opção em momentos de crise, em que famílias não querem gastar tanto com roupa.
MODA
CONSCIENTE, MAS COM CALMA
Sim,
é possível conseguir verdadeiros achados nos brechós. Hoje, eles estão mais
modernos, alguns apresentam apenas peças de grife por um preço mais em conta, e
se tornaram os queridinhos de muitas pessoas.
Mas
é preciso ir com calma. Como é possível encontrar peças baratas, também é
necessário cuidado para não exagerar e acabar comprando roupas que você não vai
usar. A pergunta que deve ser feita tanto para quem frequenta brechós, como
para quem compra no varejo é: “Realmente eu necessito desta peça?”
FAMOSAS
TAMBÉM ADEREM AOS BRECHÓS
Esqueça
aquele velho pensamento que brechó é somente para quem não tem condição de
comprar. Há muitas famosas indo a esses locais, ou que são completamente
apaixonadas por eles.
Um
exemplo são as atrizes Maria Flor, Thaila Ayala, Fernanda Lima, Preta Gil e
Julia Roberts, que adoram garimpar peças em brechós. Seja aqui no Brasil, ou em
outros países é possível encontrar bons brechós que ofertam peças clássicas –
ou não – e com um preço acessível.
O
QUE OBSERVAR NA HORA DE COMPRAR NO BRECHÓ
![]() |
| @brecholita2017 |
Se
você ainda não comprou em brechó e tem interesse, acredite que vale a pena. Mas
tudo vai depender do local que frequentar. Você poderá encontrar peças com
defeitos, que não necessariamente precisam ser usadas em eventos, pode ser em
casa.
Cuidado
para não comprar em exagero. Algumas vezes, você poderá não encontrar as peças
que estava procurando, por isso, é necessário paciência.
UM
PRÓPRIO ESTILO
Estar
na moda vai depender muito do estilo de cada um. Você pode fazer o seu. O mundo
fashion muda a cada seis meses e acompanhar este estilo não são para qualquer
um. Nem por isso, quer dizer que você não está na moda, já que a moda é você
quem faz.
Optando
por brechós, você vai compreender aos poucos como funciona os seus interesses,
o que você gosta de usar, o que fica bem no seu corpo. Nem sempre o que está
bonito nas modelos ficará bem em você, e com brechós, você pode experimentar
várias peças e se apaixonar por um novo estilo.
O
mais legal de tudo é ver este ciclo ocorrendo. Seja pela conscientização ou por
outro motivo, os brechós serão sempre um bom investimento. Não tenha dúvida e
se renda a esse hábito que está com tudo, e que não deve sair da moda tão cedo.
E aí leitores, alguma indicação de brechó?
Texto escrito por
Angélica Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras.
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
OLHAR, VER E PENSAR
Josiany
Dórea
O artigo abaixo nos remete a uma reflexão filosófica
sobre o ver e o olhar aprendendo a pensar sobre a diferença entre ambos. A filósofa
Márcia Tiburi nos proporciona um novo olhar acerca do ver ... A importância de buscarmos
o olhar crítico, reflexivo para as artes, e acredito, para nossa vida
cotidiana, nos dará uma nova proporção para o pensar.
APRENDER A PENSAR É DESCOBRIR O OLHAR
Márcia
Tiburi
A diferença entre ver e olhar é tanto uma distinção
semântica que se torna importante em nossos sofisticados jogos de linguagem
tomados da tarefa de compreender a condição humana – e, nela, especialmente as
artes –, quanto um lugar comum de nossa experiência. Basta pensar um pouco e a
diferença das palavras, uma diferença de significantes, pode revelar uma
diferença em nossos gestos, ações e comportamentos. Nossa cultura visual é
vasta e rica, entretanto, estamos submetidos a um mundo de imagens que muitas
vezes não entendemos e, por isso, podemos dizer que vemos e não vemos, olhamos
e não olhamos. O tema ver-olhar – antigo como a filosofia e a arte – torna- se
cada vez mais fundamental no mundo das artes e estas o território por
excelência de seu exercício. Mas se as artes nos ensinam a ver – olhar, é
porque nos possibilitam camuflagens e ocultamentos. Só podemos ver quando
aprendemos que algo não está à mostra e podemos sabê-lo. Portanto, para ver
olhar, é preciso pensar.
Ver
está implicado ao sentido físico da visão. Costumamos, todavia, usar a
expressão olhar para afirmar uma outra complexidade do ver. Quando chamo alguém
para olhar algo espero dele uma atenção estética, demorada e contemplativa,
enquanto ao esperar que alguém veja algo, a expectativa se dirige à
visualização, ainda que curiosa, sem que se espere dele o aspecto
contemplativo. Ver é reto, olhar é sinuoso. Ver é sintético, olhar é analítico.
Ver é imediato, olhar é mediado. A imediaticidade do ver torna-o um evento
objetivo. Vê-se um fantasma, mas não se olha um fantasma. Vemos televisão,
enquanto olhamos uma paisagem, uma pintura.
A lentidão é do olhar, a rapidez é própria ao ver. O
olhar é feito de mediações próprias à temporalidade. Ele sempre se dá no tempo,
mesmo que nos remeta a um além do tempo. Ver, todavia, não nos dá a medida de
nenhuma temporalidade, tal o modo instantâneo com que o realizamos. Ver não nos
faz pensar, ver nos choca ou nem sequer nos atinge. As mediações do olhar, por
sua vez, colocam-no no registro do corpo: no olhar – ao olhar - vejo algo, mas
já vitimado por tudo o que atrapalha minha atenção retirando-a da espécie
sintética do ver e registrando-a num gesto analítico que me faz passear por
entre estilhaços e fragmentos a compor – em algum momento – um todo. O olhar
mostra que não é fácil ver e que é preciso ver, ainda que pareça impossível,
pois no olhar o objeto visto aparece em seus estilhaços de ser e só com muito
custo é que se recupera para ele a síntese que nos possibilita reconstruir o
objeto. É como se depois de ver fosse necessário olhar, para então, novamente
ver. Há, assim, uma dinâmica, um movimento - podemos dizer - um ritmo em um
processo de olhar-ver.
Ver e olhar se complementam, são dois movimentos do
mesmo gesto que envolve sensibilidade e atenção.
O olhar diz-nos que não temos o objeto e, todavia, nos
dispõe no esforço de reconstituí-lo. O olhar nos faz perder o objeto que visto
parecia capturado. Para que reconstituí-lo? Para realmente capturá-lo. Mas essa
captura que se dá no olhar é dialética: perder e reencontrar são os momentos
tensos no jogo da visão. Há, entretanto, ainda outro motivo para buscar
reconstruir o objeto do olhar: para não perder além do objeto, eu mesmo, que
nasço, como sujeito, do objeto que contemplo – construo enquanto contemplo.
Olhar é também uma questão de sobrevivência. Ver, por sua vez, nos liberta de
saber e pode nos libertar de ser.
Se o olhar precisa do pensamento e ver abdica
dele, podemos dizer que o sujeito que olha existe, enquanto que o sujeito que
vê, não necessariamente existe. Penso, logo existo: olho, logo existo. Eis uma
formulação para nosso problema.
Mas
se não existo pelo ver, não estou implicado por ele nem à vida, nem à morte.
Ver nos distancia da morte, olhar nos relaciona a ela. O saber que advém do
olhar é sempre uma informação sobre a morte. A morte é a imagem.
A imagem é,
antes, a morte. Ver não me diz nada sobre a morte, é apenas um primeiro
momento. Ver é um nascimento, é primeiro. O olhar é a ruminação do ver: sua
experiência alongada no tempo e no espaço e que, por isso, nos instaura em
outra consistência de ser. Por isso, nossa cultura hipervisual dirige-se ao
avanço das tecnologias do ver, mas não do olhar. É natural que venhamos a
desenvolver uma relação de mercadoria com os objetos visualizáveis e visíveis.
O olhar implica, de sua parte, o invisível do objeto: a coisa. Ele nos lança na
experiência metafísica. Desarvoramos a perspectiva, perturba-nos. Por isso o
evitamos
Todavia, ainda que a mediação implicada no olhar faça dele um
acontecimento esparso, pois o olhar exige que se passeie na imagem e esse
passear na imagem traça a correspondência ao que não é visto, é o olhar que nos
devolve ao objeto – mas não nos devolve o objeto - não sem antes dar-nos sua
presença angustiada.
O
olhar está, em se tratando do uso filosófico do conceito, ligado à
contemplação, termo que usamos para traduzir a expressão Theorein, o ato do
pensamento de teor contemplativo, ou seja, o pensar que se dá no gesto primeiro
da atenção às coisas até a visão das ideias tal como se vê na filosofia
platônica.
Paul Valéry disse que uma obra de arte deveria nos
ensinar que não vimos aquilo que vemos. Que ver é não ver. Dirá Lacan: ver é
perder. Perder algo do objeto, algo do que contemplamos, por que jamais podemos
contemplar o todo. O que se mostra só se mostra por que não o vemos. Neste
processo está implicado o que podemos chamar o silêncio da visão: abrimo-nos à
experiência do olhar no momento em que o objeto nos impede de ver. Uma obra de
arte não nos deixa ver. Ela nos faz pensar. Então, olhamos para ela e vemos.
Artigo
originalmente publicado pelo Jornal do Margs, edição 10 (setembro/outubro)/ www.arteescola.org.br.
A MÚSICA COMO FERRAMENTA PARA
ANSIEDADE
Josiany Dórea
Pesquisas
revelam que ouvir música contribui para reduzir o estresse, a ansiedade e
várias outras patologias mentais.
Eu
particularmente, gosto muito de ouvir música. Sinto que há uma mudança em meu comportamento
quando aprecio uma música. Ela consegue transformar meu comportamento durante o
dia.
E
você, como a música de influencia no seu cotidiano?
Vamos
ler aqui um artigo que fala um pouco sobre a prática de ouvir música para redução
da ansiedade.
OUVIR MÚSICA PODE AJUDAR A
CONTROLAR PICOS DE ANSIEDADE NO DIA A DIA?
Em níveis exagerados,
a ansiedade é considerada patológica e pode prejudicar a saúde de qualquer
pessoa. Os diferentes quadros de ansiedade devem ser acompanhados por um
especialista, que indicará as melhores formas de tratamento, o que pode incluir
o simples hábito de ouvir música, uma prática que pode ajudar a controlar picos
de ansiedade no dia a dia.
Ouvir música reduz
estresse e tensão muscular
“Os estudos mostram
que a musicoterapia pode contribuir, em várias condições, para promover a saúde
mental e aliviar algumas patologias mentais, como em transtornos de ansiedade,
em crianças e adolescentes com dificuldade de desenvolvimento e aprendizagem,
problemas de abuso de substâncias e mal de Alzheimer”, afirma a psiquiatra Ana
Paula Bechara Marquezini Gazolla.
Para os casos de
transtornos de ansiedade, a música pode ajudar a reduzir o estresse e a
promover uma sensação de bem-estar, graças à liberação da endorfina, um
neurotransmissor capaz de melhorar o humor e de auxiliar no controle da dor. As
técnicas utilizadas pela musicoterapia também colaboram para relaxar o corpo,
prevenindo a tensão muscular, um dos sintomas causados pela ansiedade.
No tratamento da
ansiedade, música deve ser associada ao uso de medicações
A música também pode
se tornar um aliado na luta contra a insônia, outro sintoma dos transtornos de
ansiedade. “O som pode contribuir para o relaxamento e induzir emoções
positivas, facilitando a chegada do sono, mas depende do estilo da música. A
recomendação é ouvir música calma e suave, que ajuda a relaxar e embalar o
sono”, diz o neurologista e especialista em Medicina do Sono Shigueo Yonekura.
No entanto, ouvir
música não deve ser a única medida para tratar a ansiedade. “Nos casos de
ansiedade moderada e grave, o tratamento medicamentoso deve estar sempre
associado. A musicoterapia seria um adjuvante, fazendo parte da terapia não
medicamentosa”, explica Ana Paula. O uso de remédios, a psicoterapia e técnicas
de meditação devem ser considerados pelo médico e pelo paciente.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
VERÃO: SOL, BANHO DE PRAIA, PISCINA...
E NOSSOS CABELOS?
JOSIANY DÓREA
Na estação
verão precisamos de boas dicas e informações sobre como cuidar da pele e
cabelo. Vamos aproveitar a explicação da dermatologista, Dr. Luciana.
É
sempre bom ler e acompanhar as explicações dos especialistas. Sempre aprendemos
algo de novo ou relembramos o que já sabemos que, na maioria das vezes, não colocamos
em prática.
Vejamos....
ÁGUA DA PRAIA E CLORO DA PISCINA: DESCUBRA POR QUE ESSES
AGENTES EXTERNOS DANIFICAM O CABELO
A
exposição excessiva ao sol pode trazer danos não apenas para a pele, mas também
para o seu cabelo. Por isso, é fundamental ter cuidados específicos com as
madeixas nessa temporada!
A exposição excessiva ao sol pode trazer danos não apenas
para a pele, mas também para o seu cabelo. Por isso, é fundamental ter cuidados
específicos com as madeixas nessa temporada!
Quando
o verão chega, é comum desejar aquela praia ou piscina para suportar o calor,
não é? No entanto, sabe-se que a exposição excessiva ao sol pode trazer danos
não apenas para a pele, mas também para o seu cabelo. Por isso, é fundamental
ter cuidados específicos com as madeixas nessa temporada!
Saiba
quais são os efeitos do verão para os fios
De
acordo com a dermatologista Luciana Kalache, de Curitiba, o sol resseca a fibra
capilar e desbota a cor do cabelo. Já o vento coopera para que fique
embaraçado, facilitando a quebra. Com isso, o sal da água do mar e o cloro da
piscina intensificam ainda mais os efeitos danosos desta estação.
Sal
e cloro danificam o cabelo: descubra por quê
Você sabia que a água é responsável pela elasticidade e
maleabilidade dos cabelos, hidratando-os da raiz até as pontas? Assim, no
verão, com o excesso de exposição ao sol, ao sal da água do mar e ao cloro da piscina,
há uma perda dessa água, além da quebra das proteínas que selam a parte interna
das madeixas. “Quando as cutículas estão danificadas, elas ficam abertas,
conferindo um aspecto poroso, quebradiço e até pontas duplas. Isso tudo devido
aos agentes externos, que colaboram para a perda de umidade, brilho e que
diminuem a resistência da fibra”, disse.
Quer
prevenir seus fios dos danos do verão? Saiba como
Segundo
a médica, algumas das melhores formas de proteger o cabelo nesta estação é
adotando alguns hábitos simples, mas que fazem toda diferença:
-
Invista em barreiras físicas de proteção, como chapéus e bonés;
- Ao
sair do mar ou da piscina, não esqueça de enxaguar as madeixas com água doce;
-
Que tal apostar na água termal para hidratar suavemente e de forma prática a
pele e os fios?
Recupere
os fios: veja qual é a importância da hidratação nessa temporada
Para
a Dra. Luciana, hidratar o cabelo profundamente é essencial para reequilibrá-lo
depois dos danos do verão. Por isso, invista em produtos que protejam sua
queratina e que contenham substâncias poderosas, como manteiga de karité e
ceramidas.
DRA. LUCIANA KALACHE
CRM: PR025411
Médica formada pela Universidade Federal do Paraná,
realizou residência de Clínica Médica no Hospital de Clínicas da UFPR e
especialização em Dermatologia pelo Serviço de Dermatologia da Santa Casa de
Misericórdia de Curitiba. É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia,
participa de vários congressos anualmente, além de ministrar aulas em eventos
de importância nacional e estadual. Atua na área de dermatologia clínica e
cirúrgica, atendendo crianças e adultos no tratamento dermatológico médico e
estético.
domingo, 15 de janeiro de 2017
É
possível voltar a ter varizes mesmo após tratamento cirúrgico e medicamentos?
O tratamento das varizes, as
veias dilatadas e tortuosas que aparecem com mais frequência nas pernas, pode
ser feito com a ajuda de medicamentos e até cirurgia. No entanto, o que
queremos saber é: após tais procedimentos, ficamos livres da doença ou podemos
ainda voltar a sofrer com o problema?
Fase
clínica e cirurgias
O primeiro estágio do
tratamento é o clínico, que consiste no consumo de medicamentos receitados por
um médico especialista, no caso, um angiologista ou um cirurgião vascular. Os
remédios, que não curam a doença, são usados na fase inicial ou o mais
precocemente possível e têm como objetivo o alívio das dores nas pernas, como
queimação, inchaço e câimbra. Além disso, eles raramente apresentam efeitos
colaterais e são bem tolerados. O uso de meias elásticas é uma modalidade que
ajuda os músculos das pernas a levar o sangue de volta ao coração, melhorando
assim a circulação e prevenindo os sintomas das varizes.
Outra opção de tratamento, que
pode ser tanto estético quanto funcional, é a escleroterapia, popularmente
chamada como “aplicação de vasinhos”. Um líquido, espuma, laser ou
termocoagulador é utilizado como esclerosante, que é injetado na veia e causa
uma alteração nas células do vaso, fechando-o. Na maioria dos casos de varizes,
mais de um procedimento é colocado em prática.
As cirurgias são necessárias
quando as varizes já se encontram em um estágio mais avançado. Elas podem ser
convencionais, a laser ou radiofrequências. A convencional e a laser são feitas
sob anestesia raquidiana. Na primeira, as varizes são removidas com
microagulhas, na segunda, as veias doentes são “queimadas”. Já a
radiofrequência é um método alternativo para tratamento da safena e evita
incisões. Um cateter é inserido dentro da veia, onde é aquecido para dar
encolhimento às fibras e reduzir o diâmetro da mesma.
As
varizes podem voltar?
Caso um paciente passe pelo
tratamento medicamentoso e por cirurgias, isso quer dizer que ele deixará de
ter varizes pelo restante da vida? O angiologista João Henrique Fabel tem a
resposta: “Haverá uma melhora significante dos sintomas. Em relação ao
procedimento cirúrgico, este consiste em retirar as veias doentes e então,
estas não voltarão, porém, se o paciente não fizer a prevenção com a realização
de atividades físicas, ou o não uso de meia elástica, diminuir ou excluir o uso
de anticoncepcional, dentre outras coisas, novas varizes podem aparecer”,
alerta o profissional.
Dr. João Henrique Fabel
é angiologista, graduado em Medicina pela Unoeste (SP), membro da Sociedade
Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e atua em Belo Horizonte.
CRM: 39374- MG http://fabelangiologia.com.br/
Varizes:
quais são os cuidados para tratar a doença no verão?
O funcionamento inadequado da
circulação sanguínea pode provocar o acúmulo de sangue nas veias do corpo e
deformá-las. São as chamadas varizes, veias dilatadas e tortas que podem surgir
em qualquer área, mas são vistas principalmente nas pernas. A causa mais comum
para o problema é a herança genética.
O
calor pode piorar os sintomas das varizes
Durante o verão, as varizes
exigem alguns cuidados específicos por causa do calor e da alta umidade. “As
altas temperaturas costumam piorar os sintomas das varizes. Além do inchaço e
vermelhidão nas pernas, a desidratação aumenta a chance de trombose,
principalmente nos idosos”, explica o angiologista Bernardo Barros.
O médico recomenda uma
alimentação leve, uma boa hidratação e evitar sair de casa nos períodos de mais
calor como medidas para prevenir os sintomas. “Lembrar sempre do protetor solar
quando se expor ao sol e consultar um médico quanto à necessidade de tratamento
complementar”, aconselha o profissional, que afirma que medicações flebotônicas
são muito úteis durante o verão para se proteger e aliviar os sintomas.
Comece
o tratamento contra varizes no outono
O tratamento contra as varizes
pode ser realizado tanto no verão quanto no inverno, especialmente nos países
de clima tropical, como o Brasil. No entanto, o tratamento no verão requer
certas precauções: “Existe a necessidade de se proteger contra o sol depois das
sessões de escleroterapia, seja com laser, espuma ou líquido”, diz Dr.
Bernardo. A escleroterapia é uma técnica cujo objetivo é eliminar os vasinhos.
Barros recomenda iniciar o
tratamento contra as varizes ainda no outono. Dessa forma, o resultado já
estará satisfatório quando as temperaturas e os níveis de umidade começarem a
aumentar, dando a possibilidade aos pacientes de usufruir da saúde vascular e
estética sem problemas ou grandes restrições.
Dr. Bernardo Cunha
Senra Barros é angiologista e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de
Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ). CRM-RJ: 78472-9
AS VARIZES
Informação importante para cuidarmos mais da nossa saúde. Muitas
dúvidas aparecem com relação as causas, consequências e tratamentos das varizes....
Josiany Dórea
Caminhar na areia é um exercício
saudável para tratar as varizes?
As varizes são
veias dilatadas, tortas e deformadas e que surgem principalmente nas pernas. A
prática regular de exercícios físicos é uma das principais formas de tratar o
problema. Segundo o angiologista Ricardo Nobili, ter uma vida ativa ajuda a
enrijecer os músculos e, assim, melhorar a circulação, além de diminuir as
sensações de dor, peso e cansaço provocadas pela doença.
Caminhadas na areia não curam varizes
Durante
o verão, muita gente pratica caminhadas na areia como forma de se exercitar. É
uma boa ideia que traz benefícios tanto para a mente quanto para o corpo.
No entanto, não deve ser a única medida adotada por quem sofre com varizes. Os pacientes devem procurar tratamento médico, já que caminhar na areia não é capaz de curar a doença.

“Caminhar, principalmente na areia, melhora muito a circulação e, de certa forma, previne o aparecimento de varizes, mas as que já existem não vão desaparecer”, explica o profissional. De acordo com o especialista, a panturrilha e a curvatura do pé espremem o sangue para cima, forçando-o a circular.
No entanto, não deve ser a única medida adotada por quem sofre com varizes. Os pacientes devem procurar tratamento médico, já que caminhar na areia não é capaz de curar a doença.

“Caminhar, principalmente na areia, melhora muito a circulação e, de certa forma, previne o aparecimento de varizes, mas as que já existem não vão desaparecer”, explica o profissional. De acordo com o especialista, a panturrilha e a curvatura do pé espremem o sangue para cima, forçando-o a circular.
Exercícios ajudam a melhorar a circulação do sangue
Existem ainda outros
exercícios físicos que beneficiam a circulação sanguínea: “Quase todos os
exercícios ajudam, mas principalmente os aquáticos. A natação, por exemplo, é
excelente porque é feita deitada e trabalha a musculatura. ” Nobili recomenda,
por outro lado, evitar esportes de impacto, como vôlei, basquete e corridas,
que devem ser praticados com calçados apropriados para evitar impactos no
sistema circulatório.
Além
da prática de atividades físicas, o tratamento das varizes envolve ainda outras
medidas. Não fumar, se manter no peso ideal, ter uma alimentação com poucas
gorduras e evitar permanecer longos períodos parado em pé ou sentado são
atitudes primordiais. Para as mulheres, o angiologista recomenda não utilizar
pílulas anticoncepcionais, se for possível. E para quem trabalha numa mesma
posição, o médico aconselha usar meias elásticas compressivas.
http://cuidadospelavida.com.br
Dr. Ricardo Luiz
Guimarães Nobili é angiologista, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e
atende em Duque de Caxias (RJ). CRM-RJ: 31788-7
sexta-feira, 29 de abril de 2016
HIPERTENSÃO ARTERIAL
JOSIANY
DÓREA
Sabemos
que em vinte e seis de abril foi o dia NACIONAL
AO COMBATE A PREVENÇÃO À HIPERTENSÃO ARTERIAL.
Podemos pensar que é uma
doença para ser lembrada sempre por nós, brasileiros.
Ainda estamos na
semana ao Combate a prevenção da Hipertensão Arterial, vamos aproveitar, para
conhecer melhor ...
É quando a pressão que o sangue exerce sobre as artérias do seu organismo está alta. Muita gente tem pressão alta durante anos e não percebe porque a doença não causa sintomas, ou seja, você pode ter hipertensão e não sentir nada. Porém, se ficar sem tratamento, a doença pode trazer consequências muito ruins ao seu organismo.
QUAL O PROBLEMA DE TER A PRESSÃO ALTA?
A pressão alta ataca os vasos que se tornam endurecidos e estreitados. Com o passar dos anos, os vasos podem entupir ou romper. Quando isto acontece no coração, pode causar infarto; no cérebro, pode causar o derrame ou a demência precoce. Além disso, a pressão alta pode levar à paralisação dos rins. No mundo, 7 milhões de pessoas morrem a cada ano e 1,5 bilhão adoecem por causa da pressão alta.
COMO EU SEI SE TENHO HIPERTENSÃO?
Você precisa conhecer sua pressão! A única forma de saber se sua pressão está normal ou alta é medi-la. Assim, sempre que for ao médico, ao posto de saúde ou participar de campanhas de saúde, meça sua pressão arterial. Você também pode medir sua pressão arterial em casa, mas procure orientação de como fazer isso de forma correta e use aparelhos com certificação.
QUANDO OS VALORES DE PRESSÃO ESTÃO NORMAIS OU ALTOS?
Nas crianças, existem valores específicos de acordo com o sexo, a idade e a altura da criança. O pediatra pode fazer uma avaliação precisa. No adulto, a medida da pressão precisa ser feita em condições adequadas e confirmada para se fazer o diagnóstico. Assim, se você medir e encontrar um valor de pressão alterado, procure o médico ou o posto de saúde para um diagnóstico correto.
Olhos, cérebro e rins: como a hipertensão
afeta os órgãos do corpo?
A hipertensão é uma das
doenças mais democráticas já descobertas pela ciência: atinge homens e
mulheres, de todas as faixas etárias e de todos os pesos. O que vem chamando a
atenção da comunidade médica no país, é o aumento considerável de pacientes
diagnosticados com a doença, o que a tornou um grave problema de saúde no
Brasil. É preciso ficar atento: se não for acompanhada de perto, pode trazer
complicações a órgãos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.
O coração é um dos órgãos
mais atingidos pela hipertensão. É ele quem comanda o fluxo sanguíneo pelo
corpo e o bombeia para outros órgãos. Em pessoas com hipertensão, o coração trabalha
em dobro, porque precisa se esforçar para que o sangue circule normalmente pelo
organismo. Com o tempo, o músculo cardíaco aumenta de tamanho, mas acaba
perdendo sua força. Para manter a circulação do sangue pelo corpo, o coração
precisará bater mais rápido. Esta condição é chamada de arritmia cardíaca,
quando o ritmo das batidas está acima ou abaixo do normal.
Do
AVC à demência
O cérebro é um dos
principais órgãos do corpo humano e também necessita de um fluxo sanguíneo
contínuo para exercer o comando sobre o resto do organismo. Quando há um
problema na circulação do sangue, as consequências podem ser severas, como
afirma o cardiologista Benjamin Farbiarz Segal. “Com uma menor fluidez na
circulação cerebral e, principalmente, com as oscilações bruscas da pressão
arterial, podemos ter os temidos acidentes vasculares cerebrais”, alerta o
médico.
A falta de sangue no
cérebro pode levar a uma condição séria e bastante complexa. Com a falta de
oxigenação, este órgão perde progressivamente a capacidade de exercer suas
funções, o que pode levar a um estado de demência. O paciente passa a
apresentar problemas de cognição, de memória e de concentração.
As
alterações nos rins
Os desdobramentos de uma
hipertensão não controlada também são sentidos nos rins, já que a doença é uma
das principais causas da insuficiência renal. A pressão alta faz com que os
vasos sanguíneos que chegam aos rins se tornem mais rígidos e grossos. Como
consequência, a quantidade de sangue que chega a estes órgãos é menor e eles se
tornam incapazes de eliminar impurezas e substâncias que que, em excesso, fazem
mal ao corpo, como o sal.
Não se assuste ao ouvir de um médico
que a alta pressão arterial causou a cegueira de um paciente. “Para a Medicina,
os olhos trazem grandes informações sobre o precoce estado de alteração causada
pela hipertensão arterial”, afirma Segal.
As alterações no olho
decorrentes da hipertensão ocorrem na retina e, por isso, são chamadas de
retinopatia hipertensiva. São originadas por um estreitamento dos vasos
sanguíneos ou pelo enrijecimento das paredes arteriais, levando a um quadro de
hemorragia nos olhos e descolamento da retina, que podem causar cegueira.
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| CAMPANHA 2016 |
Benjamin
Farbiarz Segal é cardiologista,
formado pelo Hospital Israelita Albert Einstein
e atua no Rio de Janeiro. CRM-RJ: 52.80252-2
Este ano, a Campanha Menos Pressão, promovida pela
Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), contou com o apoio de Magic Paula,
considerada uma das maiores jogadoras de basquete da história. A atleta estampa
todos os materiais da campanha, mostrando o Prazer na superação, na prática de
exercícios físicos. O principal objetivo da campanha é conscientizar a população
sobre a importância de conhecer e medir a sua pressão arterial e de adotar hábitos
de vida mais saudáveis. Antes de Magic Paula, a campanha já teve o apoio de
nomes como Sabrina Sato, Fábio Porchat, Marcio Atalla e dos lutadores Anderson
Silva e Lyoto Machida. De acordo com Dr. Mario Fritsch Toros Neves, presidente
da SBH, a escolha de Paula como embaixadora do evento tem o intuito de
estimular o esporte como uma fonte de vida saudável e prazer.
10 ANDAMENTOS CONTRA A PRESSÃO ALTA
1.Meça
a pressão pelo menos uma vez por ano.
2.Pratique
atividades físicas todos os dias.
3.Mantenha
o peso ideal, evite a obesidade.
4.Adote alimentação saudável: pouco sal,
sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
5.Reduza o consumo de álcool. Se possível,
não beba.
6.Abandone
o cigarro.
7.Nunca pare o tratamento, é para a vida
toda.
8.Siga
as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
9.Evite o estresse. Tenha tempo para a
família, os amigos e o lazer.
10. Ame e seja amado.
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